Igreja de São Francisco, em Salvador (BA)

By Eric Martini, 26/04/2011 12:13

A Internet tem muitos problemas, mas ela também pode ser algo fantástico. Clique no link abaixo e passeie em 360 graus pela Igreja de São Francisco, em Salvador-BA. Movimente o mouse em qualquer direção e veja detalhes dessa magnífica construção.

Clique aqui para ver.

O que diz a Wikipedia sobre a Igreja de São Francisco:

Sua origem data de 1686, seguindo um projeto do Padre Vicente das Chagas. O convento foi iniciado primeiro e, em 1708, foi lançada a pedra fundamental da igreja, com o edifício terminado em 1723, mas sua decoração ainda levou mais tempo. O convento foi concluído em 1752, porém todo o complexo só foi finalizado em 1782, com a colocação dos azulejos e arremate da portaria.

 

i-doser: o buraco é mais embaixo!

By Eric Martini, 15/04/2011 11:34

As drogas são um sério problema da sociedade. Todos sabemos o sofrimento que as drogas causam nas famílias. Isso vale desde as drogas mais leves, como o cigarro e o álcool, até chegar às mais pesadas, como a cocaína, heroína e o crack. Filhos perdidos, pais perdidos, consumidos pelo vício, destruição de lares, violência doméstica, etc. Isso sem contar com o problema do tráfico, que gera toda uma indústria maligna, onde assassinatos e chacinas fazem parte do dia a dia.

O grande problema das drogas é que, infelizmente, para alguns, o “barato” da droga os faz “esquecer” seus problemas. É uma fuga da sua própria vida. As coisas não estão fáceis? Então vai beber! Não aguento os meus pais? Vou dar “um tapa” num cigarrinho de maconha. Aí sim vou ficar mais feliz. Tá todo mundo cheirando, experimenta! E por aí vai. Tudo começa com uma busca pela viagem que a droga proporciona. Isso vale desde o álcool. Quem bebe buscando ficar tonto, busca fugir de algo.

Bom, a situação é calamitosa e presente em muitos de nossos lares.

Até que um dia alguém pensou: e se fosse possível ter “o barato” das drogas sem os malefícios que elas trazem? Pois bem, encontraram uma maneira. Infelizmente. E essa maneira chama-se i-doser.

I-doser é um programa de computador que produz “doses” de ondas sonoras, que procura interferir nas ondas cerebrais do usuário, simulando o efeito de várias drogas reais em seres humanos. As doses devem ser compradas, e o uso delas é limitado, não sendo possível o seu re-uso depois de algumas doses. Foi desenvolvido atráves de uma técnica conhecida como ondas binaurais, que emite sons que alteram a freqüência do cérebro. As doses mais conhecidas são Gate of Hades e Hand of God, tendo alta repercussão na internet.

Fonte: Wikipedia

Gate of Hades, traduzindo para o português, seria algo como “portão do inferno”, uma vez que Hades, na mitologia grega é o deus que cuida do mundo inferior e o mundo dos mortos. Semelhante ao inferno cristão. Hand of God, em português, traduz-se como “mão de deus”. E esses são apenas alguns dos nomes das “doses” disponíveis para “curtir o barato”.

Ótima idéia, não? Não!

A questão é mais profunda. Nunca usei tais “doses”, então não posso afirmar sua eficácia, mas a Wikipedia mesmo nos traz:

Alguns usuários que provaram do I-doser e até os que não provaram dizem que toda a ideologia e ciência do programa e das ondas binaurais não passam de um Placebo. Não há nenhum estudo que comprove isso, e vice-versa. Sobre a questão da dependência, já que ocorre nas drogas reais, neurologistas afirmam que não há possibilidades de dependência, porém que deve ser usado com cautela: existe um alerta sobre a possibilidade de que, com o tempo, as drogas digitais possam provocar disfunções cerebrais.

O problema está em “precisar” desse tipo de subterfúgio. Em precisar de um “barato” desses. O homem naturalmente procura a sua felicidade. Faz parte daquilo que chamamos “instinto natural”. O homem precisa ser feliz. E, para conseguir isso, procura nos mais diversos lugares. Uns na sexualidade, outros no consumo, outros na ambição, outros nas drogas, outros em ídolos, e alguns poucos a procuram onde efetivamente se pode achar.

Nossa geração não gosta de enfrentar a vida. Não gosta de enfrentar seus problemas. Não é capaz de confrontar-se a si mesmo e ver suas falhas, seus defeitos, e lutar para ser melhor. Nossa geração não é capaz de sair da superficialidade. “Se eu paro, eu penso, se eu penso, eu choro” é o lema intrínseco dessa geração. Por isso a busca desenfreada por mecanismos que substituam. Que tragam um “barato”.

Nossa geração não precisa de i-doser. Nossa geração precisa de Deus!

P.S.: sei que alguns poderão vir aqui e falar que existem doses que possibilitam “melhorar” as capacidades cognitivas e blá-blá-blá. Para esses eu respondo que a inteligência supera isso. Basta exercitar. (Mas exercitar dá trabalho, né? Cansa!)

Grupo de Ontem

By Eric Martini, 08/04/2011 06:42

Ontem, pudemos experimentar a Graça de Deus sobre nossas vidas, no Grupo de Oração. Deus foi maravilhoso. Que nos trouxe a palavra foi o Valdeir Bento, da Comunidade Canção Nova, que está em Missão aqui em Cuiabá.

Obrigado Senhor, por mais esse dia de bençãos em nossas vidas.

Padre Paulo Ricardo: “Porque a Igreja condena o Espiritismo”?

By Eric Martini, 08/04/2011 06:37

Mais, aqui.

Estudante atéia processa cidade por banner com oração dentro de sua escola.

By Eric Martini, 07/04/2011 16:31

Saiu no Carmadélio.

Chegou o momento onde a sã doutrina não será mais suportada. Onde a Palavra de Deus será motivo de rejeição no mundo.

Segue a nota:

A escola Rhole Island, nos Estados Unidos, está sendo processada por uma aluna atéia, Jessica Ahlquist, de 15 anos, que se sente ofendida com um bandeira que fica no interior do auditório do colégio com uma oração pintada.

Os dizeres da faixa não fala sobre nenhuma religião, apenas incentiva os alunos a se esforçar academicamente, serem bondosos, honestos, mostrarem desportivismo e buscarem honrar a escola. Mas como começa com “Nosso Pai Celestial” e termina com “Amém” a garota diz que as frases excluem não só a ela como outros alunos que não acreditam em um pai celestial.

Representando a jovem legalmente está a American Civil Liberties Union (União Americana pelas Liberdades Civis) que entrou com um processo federal também contra a cidade de Cranston na segunda-feira contestando a constitucionalidade do mural de oração.

“A presença da oração na escola promove e defende os ideais do Cristianismo e do conceito de um único ‘Pai Celestial,’” afirmou Ahlquist no processo. “Eu acredito firmemente que não deveria estar em exibição em uma escola pública e está em violação direta aos meus direitos civis e aos de outros alunos.”

A bandeira foi colocada na escola em 1963 – como um presente da primeira turma – mas a polêmica foi primeiramente causada em julho passado, quando a ACLU pediu às autoridades locais para que a escola de Cranston West High School removesse a oração, dizendo que ele violava a Primeira Emenda e separação de Igreja e do Estado.

Vários pais de Cranston West chamaram a ACLU e opuseram-se à exibição de oração. Várias audiências públicas aconteceram e a última resultou em votação 4-3 para manter a oração postada no campus, apesar das advertências sobre os custos de futuros pleitos.

Diante da repercussão dos fatos o  bispo Thomas J. Tobin, chefe da diocese Católica Romana de Providence, acusou o ACLU de envolver-se nas “pequenas brigas tolas” e escreveu no mês passado no jornal semanal da diocese que o sindicato deve passar para questões mais importantes que as liberdades civis foram realmente ameaçadas.

“Por que essa inspiração pode ofender alguém? Porque começa com uma referência genérica “Nosso Pai Celestial” e termina com ‘Amém’? O uso da nossa moeda nacional  carrega um sentimento muito mais religioso – ‘In God We Trust (Em Deus Confiamos).’ E eu suponho que detêm os seus ouvidos durante o canto de “God Bless America,” Tobin escreveu.

O prefeito de Cranston, Allan W. Fung, disse em uma entrevista ao site da MSNBC que apoia a bandeira postada na escola, pois acredita que ela enviou uma mensagem importante  para muitos dos alunos. Ele também informa que não teria motivos de processar a cidade já que escola tem direitos de tomar decisões separadas do município.

Enquanto o processo não é julgado os advogados da ACLU pediram ao tribunal que proíba a oração que está sendo exibida na presença dos estudantes. A cidade teria que cobrir a bandeira de tal maneira que não pudesse ser facilmente removida.

Eles também pediram ao tribunal a concessão de indenizações de caráter compensatório, incluindo os juros, por danos à Ahlquist, juntamente com honorários advocatícios e custos relacionados.The Christian Post

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